Optimus Alive 2018

Passeio Marítimo de Algés,
Oeiras, Portugal
Thu, 07 July - Sat, 09 July 2016
Type: Festival
Size:
Capacity: 50,000
Rate:
45 Votes

Lineup:

To be Announced

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Portela Lisbon LIS 4 13 km

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Fri, 16 Mar 2018 09:11:07 +0000
O NOS Alive’18 vai receber  a dupla de canadianos Japandroids, que sobe ao Palco Sagres dia 13 de julho para apresentar  o mais recente álbum de estúdio “Near to the Wild Heart of Life”. Brian King e David Prowse editaram o terceiro registo de originais em janeiro de 2017. Este novo trabalho vai buscar inspiração a James Joyce e Clarice Lispector e tem influências musicais em Tom Waits e The National. Contando mesmo com Peter Katis, produtor de longa data dos The National, na mistura e produção. Rapidamente foi considerado pela crítica e pelos fãs o mais inovador disco da banda até à data. Juntos desde 2006, ganharam relevância após o lançamento do álbum de estreia “Post-Nothing”. Em 2012 com o segundo disco “Celebration Rock” a aclamação por parte dos media foi calorosa. Como é exemplo a revista Rolling Stone que considerou entre “The 10 Coolest Summer Albums of All Time”, a Pitchfork distinguiu como “Best New Music” e a Spin anunciou os Japandroids como “2012’s Band of the Year”. A música de Japandroids descrita como uma mistura de rock clássico e punk, vai garantir um dos concertos mais energéticos do festival.
Tue, 13 Mar 2018 11:17:26 +0000
Os Blasted Mechanism são a mais recente confirmação para o NOS Alive’18. A mítica banda nacional sobe ao Palco Sagres com uma nova formação, nova produção, novo espetáculo e novo look. Esta será a primeira apresentação da renovada banda aos fãs. Após o lançamento de “Egotronic”, os Blasted Mechanism trazem um novo trabalho de estúdio, “Sinchronicity”, que será apresentado aos fãs ao vivo e em primeira mão no Passeio Marítimo de Algés. Os novos trabalhos dos Blasted Mechanism primam pela surpresa e “Sinchronicity” não será exceção. Valdjiu, Ary, Guitshu e Fred Stone têm agora a companhia de Joahn Eckman, músico sueco que trará à banda um “refresh” vocal e combinará a lírica com a voz de Guitshu. Esta enigmática aliança apresentará uma sonoridade inovadora na vida dos Blasted Mechanism. O novo álbum mostrará a união entre um Universo orgânico e outro digital. “ Running “, o primeiro single de “Sinchronicity” é uma reflexão mais centrada na vida terrena, nos vícios e frustrações vincados nas sociedades capitalistas. Esta nova vida dos Blasted Mechanism trará também um novo espetáculo e um novo look. Inspirados nesta luta entre o humano e o digital a componente visual será como sempre um complemento às inusitadas e poderosas performances da banda.
Wed, 28 Feb 2018 23:00:38 +0000
O NOS ALIVE É O PRIMEIRO FESTIVAL DE MÚSICA A COMPROMETER-SE COM A AGENDA 2030 DAS NAÇÕES UNIDAS   O NOS Alive é o primeiro festival de música a fazer uma parceria com o Centro de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental com o objetivo de promover a sustentabilidade e de dar visibilidade aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Aprovada e ratificada há dois anos por todos os 193 estados membros da ONU, esta Agenda constitui um compromisso internacional, com 17 Objetivos a atingir até 2030, e que tem como pilares os chamados 5 P’s: paz, pessoas, parcerias, prosperidade e planeta. Para que esta Agenda ganhe cada vez mais força, e seja possível concretizar os seus objetivos é fundamental o envolvimento crescente da sociedade civil, do setor privado e do setor social, tal como tem sido reiterado publicamente pelo Secretário-geral da ONU – António Guterres. Erradicar a pobreza, igualdade de género, ação climática, comunidades e cidades sustentáveis são alguns dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que o NOS Alive se compromete a abraçar e a trabalhar para que sejam cada vez mais uma realidade. Consciente da urgência da implementação destes Objetivos, o NOS Alive, enquanto um dos maiores eventos organizados em Portugal, quer contribuir para esta causa assumindo o compromisso de não só continuar a encetar esforços para ser um evento cada vez mais sustentável nas suas diversas dimensões, mas também ajudar a Organização das Nações Unidas a dar visibilidade a esta Agenda que nos deve envolver a todos. Serão conhecidas, muito em breve, as muitas novidades desta parceria bem como o trabalho que o NOS Alive desenvolve diariamente para continuar a ter um grande impacto cultural com o menor impacto possível para o planeta. Álvaro Covões reforça que “é tempo de fazermos a nossa parte. O NOS Alive tem vindo a dar, ao longo dos últimos anos, cada vez mais atenção à questão da sustentabilidade. Sendo já um dos maiores eventos organizados no nosso país queremos ser um exemplo na promoção de atitudes responsáveis ao nível ambiental, energético, social e económico. Por isso, abraçamos a Agenda 2030 das Nações Unidas não só para continuar a promover a sustentabilidade do planeta como também para ajudar, através da música e da cultura, a despertar as consciências dos nossos festivaleiros. Todos juntos conseguiremos contribuir mais e melhor para esta missão liderada pela ONU. É um enorme orgulho para o NOS Alive juntar-se a esta causa e ser visto como um palco privilegiado para a divulgação da mesma.”
Wed, 28 Feb 2018 18:34:59 +0000
O  Palco NOS Clubbing  serve de sala para a  curadoria de Branko  no dia  13 de julho . O reputado músico português prepara  um dia de programação baseado na sua visão global de música eletrónica . De Kinshasa a Durban, dos EUA a Itália, as coordenadas são múltiplas e Branko tem o mapa. O reputado DJ norte-americano  Sango  é uma das confirmações para um dia que conta também com o coletivo de Kinshasa,  Kokoko! , o sul-africano  DJ Lag , o músico  Populous  e talentos nacionais como  PEDRO ,  Progressivu , o coletivo do Porto  XXIII  ( Torres  e  Noia ) e ainda um espetáculo a estrear de  Rastronaut  com o artista plástico  AKA Corleone . A  ligação  de Branko  com o festival   NOS Alive  já vem de longe. Desde os primórdios de  Buraka Som Sistema  e da label  Enchufada , que o artista e o evento têm cimentada uma relação com vários momentos memoráveis, recuperando a última passagem pelo festival em que  estreou o espetáculo ao vivo que tinha por base o seu disco de estreia   “Atlas”  No seu percurso recente, Branko tem continuado a levar a música global eletrónica a todo o lado. Do  Porto  (com a residência “ Enchufada no Maus ”) a  Lisboa  (“ Na Surra ”, outra residência a estrear no  B.Leza ), de  Espanha a França, da Holanda à Alemanha  (acompanhado por  PEDRO ) e, mais recentemente,  Brasil . 13 de Julho é dia para chegar cedo e não sair do Palco NOS Clubbing.  O mundo vai passar por ali. SANGO Sango é um produtor de Seattle, mais conhecido pelos seus remixes de Aaliyah, Drake, Little Dragon, Nas, The Weeknd, e também por álbuns como “Da Rocinha” e “North”. Aos 12 anos, Sango começou a produzir música ao lado do seu irmão mais velho e dos seus amigos. O seu trabalho centra-se principalmente no hip-hop e nas batidas influenciadas pela soul que ao longo dos anos conseguiram unir-se para dar origem ao seu próprio som distintivo e inovador. KOKOKO! KOKOKO! é um coletivo de artistas e músicos formados em Ngwaka, República Democrática do Congo. Juntamente com a ajuda da produtora local La Belle Kinoise (Africa Express), o projeto junta um grupo de músicos locais de punk com o prolífico produtor francês de bass débruit. Depois de construir um estúdio juntando colchões, madeira e uma mesa de ping pong, os colaboradores começaram a explorar as ideias, os sons e as influências culturais uns dos outros. O que emerge é um estilo radical e urgente que combina instrumentos autoconstruídos e produção futurista que sugere psicadelismo, disco e pós-punk áspero. DJ La Desde que surgiu pela primeira vez há vários anos, DJ Lag atuou em vários grandes eventos sul-africanos, incluindo o Boiler Room de Joanesburgo em 2015 e o Cape Town Electronic Music Festival, em 2016. Também partilhou uma plataforma com os pesos pesados da música eletrónica Skrillex e Euphonik no workshop de partilha de conhecimento Bridges For Music realizado em Kliptown, Soweto, em fevereiro de 2016. “Eu acredito que o gqom será muito maior do que a deep house”, DJ Lag diz sobre o género que ele está a liderar. Populous Populous é Andrea Mangia, um produtor de Lecce, uma pequena cidade no calcanhar de Itália, conhecida como a Jamaica de Itália, pela popularidade do reggae e dancehall. Em 2003, fez o seu primeiro passeio no mundo da música com o álbum Quipo (via Morr Music). Em 2005, lançou Queue For Love, influenciada pelo ambiente reggae / hip-hop do ambiente e em 2008 ele lançou “Drawn in Basic”. Ambos os álbuns foram amplamente recebidos por críticos internacionais, garantindo-lhe um lugar no mapa global da música. Populous tornou-se conhecido pela forma como combina perfeitamente sons digitais com o calor analógico da soul / hip-hop / qualquer outra coisa que o esteja a influir na altura. Links: PEDRO PEDRO é o produtor e DJ de Lisboa anteriormente conhecido por KKing Kong. Nascido e criado na Damaia, o contágio das batidas que se ouvem no seu bairro foi inevitável e contribuiu muito para a banda sonora da adolescência do produtor da Linha de Sintra, cuja influência celebra desde as primeiras batidas saídas do seu quarto em 2013, até aos lançamentos recentes onde afirma uma sonoridade única e inconfundível que o coloca na linha da frente da revolução eletrónica lisboeta. Fortes batidas sincopadas e algumas das linhas melódicas mais hipnóticas e contagiantes a sair dos subúrbios de Lisboa formam sua visão altamente pessoal da música de dança eletrónica, que já resultou em hinos de pista globais como os recentes ‘Damaia’ ou ’Drenas’. PROGRESSIVU Mário Costa apresentou-se ao público como Progressivu em fevereiro de 2016 nas Hard Ass Sessions, as festas da Enchufada no Lux Frágil. Presença assídua nestas festas e seguidor da cena afro, começou por destacar-se no dancefloor até dar o salto para a cabine de DJ. Em 2017 começou as festas “De Surra”, com PEDRO, e lançou os seus primeiros trabalhos na produção. TORRES Entre o afro-beat, o dancehall e o baile funk há uma base comum, a sua essência está na expressão de um povo. Tiago Torres adopta o seu último nome para explorar essa essência e os porquês dessas sonoridades, transparecendo de uma forma clara essa relação com batidas mais mexidas. O seu nome vai-se espalhando por várias partes RINSE FM, Paris, Bruxelas, Gent, Konbini (França), TARMAC (RTBF) ou SaturdaySelects (Kuala Lumpur). Em 2015, criou a XXIII com a NOIA, um coletivo dedicado ao future beats e sonoridades underground. O trabalho de ambos na promoção de uma cena musical totalmente nova tem sido bastante relevante, seja convidando djs e produtores de referência internacional, seja na forma como promovem os seus eventos. De salientar nomes como Jarreau Vandal, Amy Becker, DJ Complexion, Singularis ou FS Green. NOIA Durante a sua residência em Barcelona, Francisca Cunha junta o seu ecletismo ao seu feminismo mais sério e cria NOIA. A XXIII (da qual é cofundadora) é o primeiro momento em que se afirma de forma mais assertiva na cena musical e que, durante 2 anos, lhe dá estofo para em 2017 se tornar uma DJ focada na UK Bass scene e nos beats africanos e com vontade de explorar novos sons e novos artistas e dá-los a conhecer a públicos mais vastos. RASTRONAUT Rastronaut é um DJ e produtor de Lisboa com um gosto especial pelo lado mais grave da  global   club music . Juntando o seu amor pelos sons do  underground  britânico com os ritmos de aroma tropical de todo o mundo, os seus  sets  são construídos para inspirar transpiração, como o provam passagens pelo Boiler Room, assim como palcos de festivais nacionais e internacionais como o NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura ou o francês Nuits Sonores, e as explosivas residências da Enchufada no Lux Frágil de Lisboa e Maus Hábitos do Porto. AKACORLEONE Akacorleone é Pedro Campiche (n. 1985), um artista visual de descendência portuguesa e suiça que começou como um graffiti writer no submundo da sua Lisboa nativa. Um desenhador compulsivo, obcecado com todas as coisas gráficas e visuais desde uma idade precoce, estudou artes e formou-se em Design e Comunicação Visual em 2007. Depois de trabalhar como designer gráfico em estúdios durante alguns anos, ficou totalmente dececionado com a área e decidiu trabalhar como ilustrador freelance como complemento do desenvolvimento de sua carreira artística.
Thu, 22 Feb 2018 10:35:00 +0000
Clap Your Hands Say Yeah, o projeto musical do americano Alec Ounsworth, junta-se ao Palco Sagres do NOS Alive’18, dia 14 de julho, no mesmo dia dos já anunciados At the Drive In, Perfume Genius, Real Estate, Mallu Magalhães e Marmozets. O músico traz ao Passeio Martítimo de Algés um concerto especial que incidirá sobre os mais conhecidos temas da discografia. A fama da banda deu-se de uma forma peculiar começando a ser falada através de blogs, devido ao álbum de estreia homónimo editado em 2005 e produzido independentemente. Graças a este trabalho o grupo foi descoberto pela imprensa, como é o caso da Pitchfork que rapidamente catalogou o projeto como “Best New Music”. Clap Your Hands Say Yeah, um dos grandes nomes do indie-rock atual, foi fundado como banda e até 2014 lançaram quatro álbuns em conjunto. Em 2012 o coletivo separa-se ficando Ounsworth como único membro original. Em fevereiro de 2017 Alec volta a editar e surge “The Tourist”, um disco que agrega um som ao estilo do indie clássico, bem parecido com o dos anos 90 e que vem comprovar toda a genialidade do músico norte-americano.
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